Notícias >> Começa programação natalina no Reservatório da Sanepar

 

O prefeito Rafael Greca abriu, na noite desta quinta-feira (30/11), a programação natalina do Reservatório da Sanepar, no bairro São Francisco. Até 21 de dezembro, às terças e às quintas-feiras, a partir das 20h, a população poderá apreciar o auto de Natal “Espírito de amor e confraternização” e a apresentação do coral de 20 vozes formado há 34 anos por empregados da Sanepar, além de bandas.


“A cidade agradece pelos concertos no jardim francês inaugurado pelo governador Xavier da Silva, fruto de uma parceria que transforma esse espaço, construído entre 1903 e 1908, em centro de cultura que enriquece o Alto do São Francisco, em jardim de luz”, definiu o prefeito, referindo-se ao apoio da Sanepar e da rede de supermercados Condor.


Greca acompanhou o espetáculo ao lado da primeira-dama, Margarita Sansone, do diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Glauco Machado Requião, e do gerente geral da empresa para Curitiba e Região Metropolitana, Antonio Carlos Gerardi.


Música e teatro

Sob a regência de Cristiane Alexandre e Dirceu Saggin, o coral abriu o espetáculo com canções natalinas e brasileiras. A seguir veio o auto de Natal, espetáculo de rua escrito e dirigido pelo dramaturgo Edson Bueno. O texto que encerra a encenação, que se desenrola em vários pontos do jardim, é de Greca (leia abaixo).


A área funciona como cenário para a sequência de cenas que, com o auxílio de figurinos, luz, som e efeitos especiais, destaca as passagens bíblicas relacionadas ao Natal.


Patrimônio histórico

Essa é a primeira vez que o monumento, tombado pelo patrimônio histórico em 1990, integra o calendário natalino de Curitiba. Exemplar da arquitetura eclética com elementos art nouveau, o reservatório entrou em operação em 1908 e foi o primeiro a garantir o abastecimento de água para a cidade.


Texto final

"A Árvore é carregada de força sagrada. Porque é vertical, porque cresce, porque perde as folhas e as readquire. Porque se regenera, morre e ressuscita diversas vezes. Isto implica mais que o mundo vegetal. É uma realidade religiosa. Extra humana. Ao morrer e ressuscitar a Árvore repete, pela experiência arcaica, o Cosmos inteiro. Ela é o Universo todo ao mesmo tempo que o simboliza. Tudo é signo. E o signo remete a uma realidade diversa de si. Assim a Árvore se muda em Eternidade – a Árvore da Vida, símbolo do mundo. Árvore é a macieira do conhecimento do Bem e do Mal, no Jardim do Éden. É a manjedoura de Belém. Carpinteiro era o ofício de Jesus. Árvore é também a Sua Santa Cruz Redentora. Saudamos na Árvore de Natal a vida que vem. Que nasce em Belém." (Rafael Greca)

 

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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